“TUDO GIRA, VIRA PÓ, PÓ, TERRA, SIMPLES, SÓ!”
Em uma jornada lírica que atravessa as dores do ego e as epifanias da natureza, Marisa de Moraes convida o leitor a uma paragem necessária. Através de versos que pulsam entre a urgência de viver e a aceitação do silêncio, esta obra é um testemunho da resiliência humana.
Aqui, o amor é confrontado com a fragilidade das bolhas de sabão, e a esperança é reencontrada na pequena flor que teima em romper a dureza da pedra.
Entre a melancolia da perda e a luz do alvorecer, Marisa revela que a verdadeira beleza não exige alarido – ela floresce, quieta e sagaz, nas fendas da existência.
Um livro sobre a coragem de sentir, a sabedoria de perdoar e o eterno mistério de se redescobrir em cada curva do caminho.
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