Este livro é uma coletânea de crônicas produzidas entre 2024 e 2025. Cada uma delas é aberta com um pensamento de Millôr Fernandes.
O texto que deu título ao livro é inspirado numa história real. Um dos personagens é pai do autor. Caixão, morte, impermanência, finitude: esses temas inquietam muitos de nós. A crônica “Ninguém solta a alça do caixão se ninguém” lança um olhar que exalta a amizade, a cumplicidade e a importância do bom humor, inclusive nos momentos mais difíceis.
A ilustração da capa, da artista Karen Lou, retrata um velório com ludicidade e magia: estão lá o rio onde os personagens pescavam, o violão e as bebidas que simbolizam a alegria de viver, e o aperto de mãos que projeta o símbolo do infinito.
Parafraseando Vinicius de Moraes (que também está no livro): que a amizade seja eterna enquanto dure!
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