Após uma queda brusca, Mordo desperta em um lugar que não se parece com nada que já conheceu. A luz parece respirar, o silêncio pesa nos ombros e o chão vibra como se tivesse um coração próprio. O horizonte se dobra, se desfaz e se recompõe, como se o mundo tentasse lembrar de si mesmo.
No estranho Reino Singular, tudo é feito de fragmentos de memória, ecos de vozes e pensamentos que ele não sabe se pertencem a outros… ou a versões de si mesmo que jamais aceitou.
Enquanto busca entender como chegou ali, Mordo percebe que cada passo o afasta da realidade e o aproxima de uma presença silenciosa que o observa sem olhos. Entre caminhos que se desmancham, figuras que desafiam a lógica e sensações que distorcem sua percepção, ele terá de enfrentar aquilo que passou a vida inteira evitando: a verdade escondida em sua própria essência.
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